ROSANA ANTONIETTA PRINCIPATO LOURO

Master Coach, Professora, Consultora Educacional

Certificado 7 Indicações

Sobre

Acredito que a dedicação, o amor, planejamento, conhecimento e foco sejam os pilares para o sucesso.
Como especialista, dedico-me em transmitir minha experiência e conhecimentos a todos que buscam os melhores resultados. O meu trabalho, durante toda a minha vida, sempre foi embasado na ética e na justiça.
Vejo, ao olhar para trás, que, mesmo vindo de família simples e com restrições financeiras, eu me considero uma pessoa grata, abençoada e de muito sucesso. Por isso me sinto na obrigação de não guardar tudo que aprendi e vivi somente para mim, seria egoísmo. E, ao me aposentar, resolvi me reinventar, continuei a estudar e procuro transmitir às pessoas a "fórmula" de como consegui ser uma vitoriosa, alcançar meus objetivos e ser uma pessoa feliz e realizada.
Possuo experiência de mais de 30 anos como professora de Gramática, Redação e Língua Portuguesa nas melhores escolas particulares de São Paulo e faço parte da banca de correção de Redação da segunda melhor universidade pública do Brasil há 14 anos.
Além da experiência na área da Educação, conto com mais 8 anos nas áreas administrativas do Banco Bradesco.
Assim se resumem 56 anos de aprendizado, de conquistas, de experiências e de crescimento humano e profissional.
Hoje sou proprietária da Principato Consultoria e Coaching a qual montei em novembro de 2016 quando decidi sair das salas de aula e alçar voos mais altos e desafiadores.

Certificados

  • PERSONAL E PROFESSIONAL COACHING
  • LEADER COACHING
  • EXECUTIVE E BUSINESS COACHING
  • ALPHA COACHING

Experiência

Experiência prévia de 200 horas

+ 125 horas de vôo no 4You

Atua desde 01/12/2016

Nichos de atuação

Autoconhecimento para jovens na escolha de carreira

Plano de carreira

Transição de carreira

Coaching para empreendedores

Coaching para realização metas

Life Coaching

Business Coaching

Team Coaching

Positive Coaching

Executive Coaching

Positive Coaching

Wellness coaching

Equilíbrio emocional

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A Roda da Vida é uma ferramenta que permite uma visão sistêmica da sua vida, sendo possível visualizar áreas relevantes que necessitam de atenção. Esta visão também permite ao profissional identificar elementos importantes a serem trabalhados em sessões futuras.

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1. Reflita sobre cada área da sua vida e dê uma nota de 1 a 10 o quanto você está satisfeito com ela.

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Publicações recentes

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ROSANA ANTONIETTA PRINCIPATO LOURO

Master Coach, Professora, Consultora Educacional

ANO
NOVO, VIDA NOVA!!! SERÁ?



Você é aquele tipo de pessoa
que precisa ou quer mudar algo em sua vida, no seu comportamento ou hábito,
entre outras coisas, mas não consegue?



Se a
sua resposta foi sim para um ou outro dos itens acima ou todos, continue lendo
este texto.



Nós
humanos temos uma habilidade incrível de adiarmos ou de não vermos o que precisamos
fazer para alcançar nossos objetivos. Marcamos datas para começarmos a agir e, entre
elas, podemos citar algumas como aniversários, a segunda-feira, um mês
específico, a virada do ano, entre outras. Elas vêm sempre acompanhadas de justificativas
que, na maioria das vezes, são desculpas para adiarmos o que deveríamos ter
feito há tempos.



Vamos
aproveitar que estamos chegando ao final de 2019? É só começar a se perguntar
quantas coisas você pretende mudar ou realizar no próximo ano. Agora, quantas
decisões, realizações e ações deveriam ter sido concretizadas neste ano de
2019, mas não foram? Devido a vários fatores como a procrastinação, as várias
desculpas, as justificativas a si mesmo e aos outros, muito do que foi pensado
e desejado na virada deste ano não se realizou e vai ser postergado para 2020.



Este é
um tipo de comportamento comum no ser humano e, em 1983, foi apresentado um
estudo que aponta o processo de mudança no indivíduo; com isso é possível entendermos
o porquê de ela ser tão difícil para a maioria das pessoas. Este estudo foi
desenvolvido pelo psicólogo polonês
James Prochaska ao estruturar o “Modelo Transteórico”
qual explica os estágios pelos quais uma pessoa passa. Inicialmente ela não
percebe a necessidade da mudança, pois seu nível de prontidão para tal é baixo.
Logo, é importante evoluir por diferentes estágios de conscientização até estar
pronto para mudar, porém o que ocorre é que, na maioria das vezes,
as pessoas só decidem tomar
uma  atitude quando estão em um nível no
qual realmente percebem a real necessidade de mudar e não há mais quase nada a se
fazer.



Estes estágios, de uma
forma bem sintetizada, foram estabelecidos por Prochaska da seguinte forma:
pré-contemplação, quando
não há a intenção de mudar porque não existe, ainda, a consciência da
necessidade da mudança. Nesta fase é muito comum a pessoa ouvir os outros dizerem
a ela que precisa mudar, porém não consegue enxergar essa necessidade. Já
na contemplação, a
própria pessoa enxerga o problema e começa a querer mudar, porém ainda sem o
compromisso de fazê-lo. Na preparação inicia-se
um planejamento, porém divagando no tempo, para depois entrar na fase de ação, quando se coloca
em prática o planejado. A fase, porém, que exige maior esforço é a manutenção, pois nela é
necessário continuar com o plano para não se perder os esforços da fase anterior.
A etapa final é quando a mudança foi concluída, ou seja,
o objetivo atingido e a mudança tornam-se um hábito no dia a dia.



Para a mudança,
seja ela pessoal, profissional, alimentar, relacionamentos e hábitos, chegar ao
estágio da contemplação, é necessária uma motivação; contudo o que ocorre,
infelizmente, é o fato de ela ser gerada pela dor quando, geralmente, as perdas
começam a aparecer.



Quando fica
clara essa necessidade de mudanças, seja ela qual for para se alcançar um objetivo,
começamos a considerá-la em algum ponto do futuro, porém permanecemos,
frequentemente, neste estágio por um longo período devido à dificuldade de
avaliação dos custos e benefícios de mudar. É quase sempre neste estágio em que
paramos, pois ficamos protelando, analisando e encontrando várias
justificativas para adiar qualquer planejamento para irmos ao próximo estágio, a
ação.



Se você,
portanto,  respondeu sim para as
perguntas que encabeçam este texto, e é uma constante em sua vida ou está em um
momento em que precisa ocorrer algum tipo de mudança ou tomada de decisão, a
boa notícia é que existem técnicas e metodologias que podem ajudá-lo. Mas fique
atento a soluções milagrosas, elas não existem.



O ano
de 2019 está próximo do fim e, se quiser, ainda é possível planejar o próximo
ano. Acredite em você, saia do estágio de contemplação, planeje-se e entre em
ação. Mas se não consegue fazer isso sozinho, pesquise, siga recomendações de
profissionais e pessoas de confiança para sair deste estágio. Realize-se e
tenha um 2020 cheio de objetivos e sonhos concretizados. Feliz Ano Novo!!!!

Disponível em artigos: www.principato.com.br
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ROSANA ANTONIETTA PRINCIPATO LOURO

Master Coach, Professora, Consultora Educacional



OS VESTIBULARES E O ENEM
ESTÃO CHEGANDO:  QUAIS EMOÇÕES E
SENTIMENTOS ESSES EXAMES PROVOCAM NA MAIORIA DOS JOVENS E QUAIS OS CUIDADOS?
 



O
ENEM está próximo, e o que pode ser observado entre a maioria dos jovens que
farão o exame, entre os outros vestibulares que alguns prestarão, é uma mistura
de sentimentos. Para alguns deles, o fato de não estar devidamente preparado do
ponto de vista acadêmico é um dos geradores de angústia, estresse, etc; do
outro, está a incerteza de qual carreira escolher e/ou a obrigação de ser
aprovado.
 



No
momento de escolher uma carreira ou de prestar um vestibular, os sentimentos de
autoconfiança, autoestima, foco, estratégias assertivas, sensação de bem-estar,
segurança, entre outros sentimentos positivos, é o sonho de muitos jovens adolescentes
que cursam o Ensino Médio ou, até mesmo, daqueles que já concluíram o curso,
mas ainda não decidiram qual carreira seguir ou não conseguiram passar no vestibular
que queriam. No entanto, o que está comprovado de acordo com o estudo feito
pela
Agência
Fapesp, coordenado pelo psiquiatra Daniel Guzinski Rodrigues, da Ulbra
(Universidade Luterana do Brasil), e pela psicóloga Cátula Pelisoli, da UFRGS
(Universidade Federal do Rio Grande do Sul), com
1.046 vestibulandos, é que  56,3% apresentaram sintomas de ansiedade,
considerando os níveis de intensidade leve, moderado e grave.
 



Este
sonho, portanto, parece cada vez mais distante dos nossos jovens. Isto está
ocorrendo de forma cada vez mais recorrente, pois são alunos que não estão
devidamente preparados para enfrentar esse grande desafio em um momento no qual
estão acontecendo grandes mudanças físicas e psicológicas, além da inundação de
informações e a velocidade da tecnologia. Se não estiverem devidamente
preparados e não tiverem apoio adequado, eles não terão forças suficientes para
gerar quaisquer sentimentos positivos, tão importantes para o crescimento
intelectual, amadurecimento psicológico e humano. Fato que vem preocupando,
cada vez mais, educadores, pais e especialistas no comportamento humano.
 



Passamos
por um momento de grande aumento do número de adolescentes que, cada vez mais
cedo, começam a tomar antidepressivos para poderem conseguir finalizar o Ensino



Médio, escolher um curso
e prestar o vestibular com a obrigação de ser aprovado, isto quando não ocorre
o pior, alguns chegam a se suicidar. Fato este comprovado com o estudo feito por
pesquisadores da UNIFESP, Universidade Federal de São Paulo, junto ao IBGE, mostrando
que a taxa de suicídios entre jovens de 10 a 19 anos aumentou 24% nas seis
maiores cidades brasileiras no último ano. Uma estatística que engloba,
principalmente, alunos de colégios privados de elite da capital paulista.
 



Entre
os vários fatores, obviamente, um deles é o fato de não saberem lidar com a
realidade, frustrações e com as pressões externas e a própria pressão e autocobrança
internas. Existem a insegurança, a pressão familiar, o estresse e a indecisão,
além de não saberem como gerir as próprias emoções, uma das questões mais
importantes e, geralmente, ignorada pelos pais e educadores.
 



Alguns
dos grandes cursinhos pré-vestibulares e escolas particulares já estão
oferecendo aos jovens um apoio personalizado com palestras e atendimentos com
especialistas como Coaches Educacionais e Psicólogos. Com isso, os alunos
conseguem se organizar melhor com relação aos estudos e a suas próprias vidas,
ficam mais motivados, aumentam a autoestima, controlam melhor a ansiedade e têm
maior confiança em si mesmos, aprendem a lidar com as frustrações e a gerenciar
melhor o tempo, contribuindo para uma vida mais saudável tanto fisicamente como
psicologicamente.



Os
pais e educadores, portanto, precisam ficar muito atentos, principalmente se o
filho for um vestibulando e for fazer o exame do ENEM. No caso de notarem
qualquer comportamento ou sintomas de ansiedade exagerada manifestada com
comportamentos atípicos como euforia excessiva ou tristeza profunda, isolamento,
não conseguir focar nas prioridades/estudo, não conseguir lidar com pequenas
frustrações, entre outras, seria muito produtivo conversar “de forma carinhosa”
com ele  e/ou buscar a ajuda de um
profissional para auxiliar na administração desses sentimentos. Os
profissionais que podem ser procurados podem ser um Coach Educacional, um
psicólogo ou, em casos disfuncionais, um médico (Neurologista ou Psiquiatra).
Estes são os mais indicados.




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Silvia Fernanda Miranda Vieira

excelente o seu texto .Muito esclarecedor. Queria me especializar em Coaching educacional para atuar em salvador. alguma dica em relação a uma formação especifica para esse nicho? grata desde então.

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ROSANA ANTONIETTA PRINCIPATO LOURO

Olá, Silvia! Minha formação como professora e especializações, entre elas como Orientadora Educacional, ajudaram-me a atuar nesse nicho. Caso queira bater um papo, mande um whatsApp. 11-9.9911-5276. Estarei à disposição.

Oi! Posso te ajudar?